‘Bolsonaro, Moro, Doria, Witzel: são todos cúmplices’, afirma Luis Miguel
Cientista político Luis Felipe Miguel avalia que a reação do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), sobre a morte de nove jovens pela PM na favela de Paraisópolis, zona sul da capital paulista, é parte do modelo de gestão da direita no País. "Bolsonaro, Moro, Doria, Witzel: há diferenças de modulação do discurso, mas são todos cúmplices", afirma
Por Luis Felipe Miguel, en su Facebook
A reação defensiva de Doria ao massacre de Paraisópolis mostra que a direita brasileira pode estar brigando por espaços de poder, mas seu programa comum é amplo.
Não é só o retrocesso nas políticas sociais, a retirada de direitos da classe trabalhadora, a desnacionalização da economia.
Estão todos juntos na defesa também da brutalidade policial sem limites e do extermínio do povo pobre e preto.
Bolsonaro, Moro, Doria, Witzel: há diferenças de modulação do discurso, mas são todos cúmplices.
