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Lewandowski: Cunha e Collor terão 'amplo direito de defesa'

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta sexta (21) que o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o senador Fernando Collor (PTB-AL) terão "amplo direito de defesa" no processo da Lava Jato; "Esses denunciados terão amplo direito de defesa, terão o contraditório. O ministro Teori Zavascki será o relator e mandou intimá-los para que ofereçam a defesa prévia", disse; o ministro não quis entrar no mérito da denúncia, mas garantiu que o processo terá o curso normal

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta sexta (21) que o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o senador Fernando Collor (PTB-AL) terão "amplo direito de defesa" no processo da Lava Jato; "Esses denunciados terão amplo direito de defesa, terão o contraditório. O ministro Teori Zavascki será o relator e mandou intimá-los para que ofereçam a defesa prévia", disse; o ministro não quis entrar no mérito da denúncia, mas garantiu que o processo terá o curso normal (Foto: Valter Lima)

247 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta sexta-feira (21), em Terezina, que o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o senador Fernando Collor (PTB-AL) terão "amplo direito de defesa" no processo da Lava Jato.

"Esses denunciados terão amplo direito de defesa, terão o contraditório. O ministro Teori Zavascki será o relator e mandou intimá-los para que ofereçam a defesa prévia", disse Lewandowski.

O ministro não quis entrar no mérito da denúncia, mas garantiu que o processo terá o curso normal.

"Enquanto não houver trânsito em julgado são apenas investigados. Se a denúncia for recebida pelo Supremo Tribunal Federal passarão a ser réus até que tenha ou não uma condenação".

Para Lewandowski, as práticas de corrupção e de lavagem de dinheiro devem ser rechaçadas em qualquer situação. Ele disse que o país vive um "momento conturbado", pediu harmonia entre os Poderes e defendeu "paz social".

"A corrupção e a lavagem de dinheiro, como todos os crimes, sobretudo os crimes contra a administração pública, são condenáveis. Com relação aos dois casos, eu não posso me pronunciar ainda. Vou julgar e me debruçar sobre eles", afirmou o ministro.