INICIO > Brasil

Moro manda PF copiar emails de Léo Pinheiro

Ao autorizar as buscas da Operação Aletheia, o juiz Sérgio Moro determinou que a Polícia Federal extraísse da sede da OAS em Salvador, na Bahia, cópias dos emails do ex-presidente da empreiteira José Adelmário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, condenado a 16 anos e quatro meses de prisão na Lava Jato por corrupção,lavagem de dinheiro e organização criminosa

Ao autorizar as buscas da Operação Aletheia, o juiz Sérgio Moro determinou que a Polícia Federal extraísse da sede da OAS em Salvador, na Bahia, cópias dos emails do ex-presidente da empreiteira José Adelmário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, condenado a 16 anos e quatro meses de prisão na Lava Jato por corrupção,lavagem de dinheiro e organização criminosa (Foto: Valter Lima)

247 - Ao autorizar as buscas da Operação Aletheia, o juiz Sérgio Moro determinou que a Polícia Federal extraísse da sede da OAS em Salvador, na Bahia, cópias dos emails do ex-presidente da empreiteira José Adelmário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, condenado a 16 anos e quatro meses de prisão na Lava Jato por corrupção,lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A Polícia Federal e a Procuradoria da República suspeitam que a OAS bancou reformas milionárias em dois imóveis atribuídos ao ex-presidente, o sítio Santa Bárbara em Atibaia e o tríplex 164/A no Condomínio Solaris, no Guarujá.

No celular do empreiteiro os investigadores já recuperaram várias mensagens citando políticos do alto escalão do governo e também da oposição que deram origem a desdobramentos da Lava Jato. Entre os políticos mencionados em mensagens com Léo Pinheiro estão o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, e o senador do DEM José Agripino Maia.

No WhatsApp do empreiteiro a Polícia Federal identificou troca de mensagens com Paulo Gordilho, executivo da OAS. Os dois tratam supostamente da instalação da cozinha de alto padrão no tríplex do Condomínio Solaris.

Agora, o juiz Sérgio Moro quer acesso ao correio virtual do executivo.

Lula, por meio de seus advogados, nega taxativamente a propriedade do tríplex e do Santa Bárbara.