MP analisa se líder de grupo criminoso está ligado à morte de Marielle
Rogério de Andrade, responsável pela organização voltada a jogos de azar que foi alvo de ação do MP, era próximo de Ronnie Lessa
Metrópolis - A operação Calígula do Ministério Público, que resultou em 12 novas prisões nesta terça (10/5), investiga se o contraventor foragido Rogério de Andrade – responsável pela organização criminosa voltada a jogos de azar que foi alvo da ação – tem ligação com a morte de Marielle Franco e Anderson Gomes.
“Estamos revisitando tudo o que já foi encontrado. É fato notório da ligação entre Ronnie Lessa [acusado pelo assassinato da vereadora] e Rogério Andrade. Desde o primeiro momento, essa é uma das linhas mais fortes de investigação”, disse Diogo Erthal, promotor de justiça e integrante do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco).
Logo após a fala, o promotor se retratou e afirmou que essa seria uma das linhas de investigação, mas não necessariamente a principal.
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