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Oposiçao quer convocar Lula para "prestar esclarecimentos"

A oposição quer convocar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está no foco da Operação Aletheia, 24ª fase da Lava Jato, para prestar depoimento na Câmara. "O presidente Lula tem que ser convocado já para dar esclarecimentos sobre todas essas suspeições. Convocar parece ser necessário", disse o líder da minoria, Miguel Haddad (PSDB-SP); ele também disse que "a presidente Dilma deveria tomar a iniciativa de se afastar. Não tem mais autoridade moral para governar"

A oposição quer convocar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está no foco da Operação Aletheia, 24ª fase da Lava Jato, para prestar depoimento na Câmara. "O presidente Lula tem que ser convocado já para dar esclarecimentos sobre todas essas suspeições. Convocar parece ser necessário", disse o líder da minoria, Miguel Haddad (PSDB-SP); ele também disse que "a presidente Dilma deveria tomar a iniciativa de se afastar. Não tem mais autoridade moral para governar" (Foto: Paulo Emílio)

247 - A oposição quer convocar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está no foco da Operação Aletheia, 24ª fase da Lava Jato, para prestar depoimento na Câmara. Lideranças do PSDB já falam abertamente que a presidente Dilma Rousseff deve renunciar ao cargo o quanto antes.

Para o líder da minoria, Miguel Haddad, "acabou a República. É final de governo". "O presidente Lula tem que ser convocado já para dar esclarecimentos sobre todas essas suspeições. Convocar parece ser necessário", disse ele em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo. "A presidente Dilma deveria tomar a iniciativa de se afastar. Não tem mais autoridade moral para governar", completou.

O líder do PSDB na Casa, Antonio Imbassahy (BA), qualificou a situação como "gravíssima" e afirmou que o caso só reforça a pressão pelo impeachment da presidente Dilma e as manifestações contra o governo marcadas para o dia 13 de março. "As ruas agora vão ter motivação extra", disse. Segundo ele, "uma operação feito essa não poderia ser feita sem muita fundamentação da Lava Jato", avaliou.