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Parlamentares do PSOL e PDT vão ao STF após Bolsonaro relacionar vacina contra Covid à Aids

"A cruzada do presidente Jair Bolsonaro contra a ciência e a vida continua. É fundamental que os poderes constituídos tomem as providências cabíveis para punir os responsáveis pelos atentados contra a saúde pública", destaca um trecho da notícia-crime

Parlamentares do PSOL e PDT vão ao STF após Bolsonaro relacionar vacina contra Covid à Aids (Foto: Reprodução)

247 - O deputado Túlio Gadêlha (PDT-PE) e a  bancada do PSOL na Câmara ingressaram com uma notícia-crime junto ao  Supremo Tribunal Federal (STF) contra Jair Bolsonaro por espalhar, durante uma transmissão ao vivo pela internet, a noticias falsas de que as pessoas completamente imunizadas contra a Covid-19 desenvolvem a síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids) "muito mais rápido que o previsto".

“Esse genocida não pode sair impune de um absurdo como esse”, disse a líder do PSOL na Câmara dos Deputados, Talíria Petrone (RJ), de acordo com o site Metrópolis. “Jair Bolsonaro coloca sua ideologia autoritária acima das leis do país, mentindo de forma criminosa sobre as vacinas, colocando em risco uma estratégia que vem diminuindo drasticamente o número de mortes no país. A cruzada do presidente Jair Bolsonaro contra a ciência e a vida continua. É fundamental que os poderes constituídos tomem as providências cabíveis para punir os responsáveis pelos atentados contra a saúde pública do povo brasileiro”, destaca um trecho da  ação. 

O vice-presidente da CPI da Covid, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que o caso seria encaminhado ao STF e que relatório final do colegiado, que será votado nesta terça-feira (26), também irá sugerir que as redes sociais suspendam ou promovam o banimento definitivo de Jair Bolsonaro de plataformas.

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