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Estudo da OMS aponta que ômicron afeta trato respiratório superior

Epidemiologista afirma que variante será dominante nas próximas semanas, mas vacinas seguem protegendo

Ómicron (Foto: NIAID/NIH)

Red actual de Brasil - A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou, nesta terça-feira (4), que vários estudos apontam que a variante ômicron da covid-19 afeta mais o trato respiratório superior, não atingindo os pulmões da mesma forma que as cepas anteriores, causando sintomas mais leves do que as demais cepas.

“Estamos vendo mais e mais estudos apontando que a ômicron infecta a parte superior do corpo. Diferente das outras, que podem causar pneumonia grave“, disse o epidemiologista da agência da ONU, Abdi Mahamud. Entretanto, ele acrescentou que a alta transmissibilidade significa que a variante se tornará dominante dentro de algumas semanas em muitos lugares, representando uma ameaça a países onde grande parte da população permanece não vacinada.

O epidemiologista da OMS acrescentou também que mais análises científicas são necessárias para entender como a ômicron atua no organismo. Porém, ele garante que evidências de pesquisas realizadas na África do Sul, onde a variante foi descoberta, apontam que as vacinas existentes continuam protegendo contra a doença, diminuindo especialmente os riscos de hospitalização ou de sintomas severos da covid-19.

“Nossa previsão é que a proteção contra casos severos, hospitalizações e mortes pela ômicron seja mantida,” afirmou ele, declarando que isto também se aplica às vacinas desenvolvidas pela Sinopharm e pela Sinovac, usadas na China, onde os casos da ômicron permanecem em patamares baixos.

Aumento del número de casos

El lunes pasado (3), el mundo registró un récord de 2,4 millones de casos de COVID-19 en un período de 24 horas. Estados Unidos lidera la nueva ola, con más de un millón en un solo día, también un récord desde el inicio de la pandemia.

De acordo com o levantamento da Universidade de Oxford, apesar dos recordes dos novos casos de covid-19 – sobretudo devido à variante ômicron –, o número de mortes segue em queda. Com isso, os cientistas celebram o avanço da vacinação. Graças à imunização, a média de mortes nos últimos sete dias caiu abaixo de 6 mil pela primeira vez em 15 meses.

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