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Diniz: crescimento não depende só do governo

Caminho para o desenvolvimento é o "aumento da produtividade, com mais gestão, mais investimentos e mais capacitação dos trabalhadores", diz empresário Abilio Diniz; presidente do conselho da BRF destaca inclusão social, "milhões de empregos criados", crescimento de renda e diz que brasileiros criticam muito os governantes, mas não se questionam se estão fazendo sua parte

Caminho para o desenvolvimento é o "aumento da produtividade, com mais gestão, mais investimentos e mais capacitação dos trabalhadores", diz empresário Abilio Diniz; presidente do conselho da BRF destaca inclusão social, "milhões de empregos criados", crescimento de renda e diz que brasileiros criticam muito os governantes, mas não se questionam se estão fazendo sua parte (Foto: Gisele Federicce)

247 - Embora existam muitas questões para nos queixarmos dos governantes, será que estamos fazendo aquilo que depende de nós? A pergunta é colocada pelo empresário Abilio Diniz, em artigo para o portal UOL. Segundo ele, o crescimento do País não depende apenas do governo, mas de aumento de produtividade, como mostra estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Ele diz ensinar a seus alunos que "todas as empresas são, na essência, gente e processo, processo e gente. Ter os processos mais adequados de gestão e produção aplicados pelas pessoas mais capacitadas. Seguindo essa fórmula, simples, mas não necessariamente fácil, a produtividade aumenta, a empresa prospera, os investimentos dão retorno. É disso que as empresas precisam, é disso que a economia brasileira precisa".

Diniz destaca a estabilização econômica conquistada pelo Brasil nos últimos anos, assim como a inclusão social, o crescimento da renda e a criação de milhares de empregos. E que "o caminho para o crescimento agora passa necessariamente pelo aumento da produção média de cada trabalhador, não mais pelo aumento do número de trabalhadores", algo que "não depende só das empresas e dos trabalhadores".

Por fim, o empresário conclui que há, sim, um "papel fundamental" a ser exercido pelos governantes, mas que "podemos fazer muita coisa dentro de nossas empresas, com os processos certos e as pessoas certas".

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