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"Enquanto muitos duvidavam, fomos lá e fizemos", celebra Prates nos 15 anos do pré-sal

Extração do petróleo do pré-sal completa 15 anos com números impressionantes e contribuição social significativa

"Enquanto muitos duvidavam, fomos lá e fizemos", celebra Prates nos 15 anos do pré-sal (Foto: ABR | Divulgação/OGX)

247 - Passados 15 anos desde que começou a operar, o pré-sal responde hoje por 78% da produção da Petrobras – e por mais de 1/3 da produção da América Latina – com 2,06 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) produzidos no segundo trimestre deste ano. As informações foram divulgadas pela Agencia Petrobras

Do primeiro óleo extraído no pré-sal do campo de Jubarte, na porção capixaba da Bacia de Campos, até hoje, a produção naquela camada deu uma guinada, a ponto de ultrapassar o volume produzido por países com tradição no setor de O&G como México, Nigéria e Noruega. Se fosse um país, o pré-sal ocuparia o 11º lugar no ranking mundial dos produtores de petróleo. Além disso, as 31 plataformas da Petrobrás no pré-sal produzem hoje um dos petróleos mais descarbonizados do mundo.

“Os 15 anos de produção no pré-sal, no ano em que a Petrobrás completa 70 anos de história, nos enchem de orgulho e alegria. Os resultados impressionantes que alcançamos nessa camada são a prova da criatividade, da inteligência e da capacidade de superação brasileira, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

"Enquanto os céticos duvidavam e colocavam em xeque a viabilidade técnica do pré-sal, nossos petroleiros e petroleiras foram lá e fizeram”

O pré-sal se tornou uma das fronteiras petrolíferas mais competitivas da indústria global. Em 2023, alcançou uma produção acumulada de 5,5 bilhões de barris de petróleo – capitaneada pelos três maiores campos em operação dessa camada: Tupi, Búzios – o maior do mundo em águas ultraprofundas – e Mero. 

“Eles ousaram, desenvolveram tecnologia que não existia no mercado, junto com nossos parceiros e fornecedores, e transformaram uma fronteira até então desconhecida nesse gigante de produção em águas profundas. É uma jornada de sucesso sem precedentes no setor, com impacto positivo não só para a Petrobrás, mas para a indústria global e a sociedade nas mais diversas frentes, com um legado valioso de conhecimento científico, tecnológico e intelectual”, complementou Prates.

A Agência destaca ainda que de 2008 até junho de 2023, a Petrobrás pagou cerca de US$ 63 bilhões em participações governamentais – entre royalties e participações especiais – associadas diretamente à produção do pré-sal. Além desse montante, outros US$ 63 bilhões foram pagos ao Estado brasileiro pela aquisição de blocos e direitos em ativos do pré-sal.