El mercado eleva la previsión de inflación al 8,45%
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu, novamente, de 8,35% para 8,45% neste ano. A estimativa está no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC)
Por Andreia Verdélio – Reportera de Agência Brasil - Brasilia
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu, novamente, de 8,35% para 8,45% neste ano. É a 25ª elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (27), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.
Para 2022, la estimación de inflación es del 4,12%. Para 2023 y 2024, los pronósticos son del 3,25% y del 3%, respectivamente.
A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior de 5,25%.
En agosto, impulsada por los precios de los combustibles, la inflación aumentó un 0,87%, la tasa más alta para ese mes desde el año 2000, según el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE). Esto eleva el aumento acumulado en lo que va de año al 5,67% y en los últimos 12 meses al 9,68%, el mayor incremento acumulado desde febrero de 2016, cuando el índice alcanzó el 10,36%.
Para o mês de setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou índice de 1,14% no mês, a maior taxa do IPCA-15 para um mês de setembro desde 1994 (1,42%).
Tasa de interés
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, que foi elevada na semana passada de 5,25% ao ano para 6,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Ao anunciar a decisão, o Copom já sinalizou que pretende elevar a Selic em mais um ponto percentual na próxima reunião, marcada para o fim de outubro.
Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2021 em 8,25% ao ano, mesma projeção da semana passada. Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica suba para 8,50% ao ano. E para 2023 e 2024, a previsão é 6,75% e 6,50% ao ano, respectivamente.
Cuando el Comité de Política Monetaria (CPM) del Banco Central eleva el tipo de interés de referencia, su objetivo es frenar la alta demanda, lo que repercute en los precios, ya que los tipos de interés más elevados encarecen el crédito y fomentan el ahorro. Por consiguiente, los tipos más altos pueden obstaculizar la recuperación económica. Además, los bancos tienen en cuenta otros factores al fijar los tipos de interés para los consumidores, como el riesgo de impago, los beneficios y los gastos administrativos.
Cuando el Copom (Comité de Política Monetaria) reduce la tasa Selic (la tasa de interés de referencia de Brasil), la tendencia es que el crédito se abarate, lo que incentiva la producción y el consumo, reduciendo así la inflación y estimulando la actividad económica.
PIB y tipo de cambio
As instituições financeiras consultadas pelo BC mantiveram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano em 5,04%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 1,57%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,20% e 2,50%, respectivamente.
A expectativa para a cotação do dólar também se manteve em R$ 5,20 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,24.
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