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Mercado financeiro piora projeção de déficit público

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda aumentaram a previsão para o resultado negativo das contas públicas,  que passou de R$ 138,543 bilhões para R$ 151,192 neste ano; pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, também elevou a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que deve ficar em 75,8% do PIB

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda aumentaram a previsão para o resultado negativo das contas públicas,  que passou de R$ 138,543 bilhões para R$ 151,192 neste ano; pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, também elevou a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que deve ficar em 75,8% do PIB (Foto: Paulo Emílio)

Kelly Oliveira, reportera de Agência Brasil - Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda aumentaram a previsão para o resultado negativo das contas públicas, neste ano. A estimativa do déficit primário do Governo Central, formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, passou de R$ 138,543 bilhões para R$ 151,192 neste ano. Mesmo assim, a estimativa está abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo de R$ 159 bilhões. O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros.

Os dados constam da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações do mercado financeiro.

Para 2019, a estimativa das instituições financeiras é déficit de R$ 117,875 bilhões, contra R$ 105,929 bilhões previstos em maio.

A mudança na projeção para as contas públicas ocorreu porque as instituições preveem mais despesas (de R$ 1,359 trilhão para R$ 1,367 trilhão) e redução nas receitas líquidas (de R$ 1,219 trilhão para R$ 1,217 trilhão), neste ano. Para 2019, a previsão de receita líquida do Governo Central é R$ 1,303 trilhão, ante R$ 1,317 trilhão prevista no mês passado. No caso da despesa total, a projeção ficou em R$ 1,420 trilhão, ante R$ 1,417 trilhão, previsto em maio.

El estudio también presenta la proyección de la deuda bruta del Gobierno Central, que, según las instituciones financieras, debería alcanzar el 75,8% del Producto Interno Bruto (PIB, la suma de toda la riqueza producida por el país) este año. La previsión anterior era del 75% del PIB. Para 2019, la estimación es del 77,8% del PIB, en comparación con el 76,8% previsto el mes pasado.