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‘A destruição de Temer e Parente na Petrobras custa muito caro ao povo’

"Para bancar a mudança no preço do diesel, ministro da Fazenda avisa que serão feitos cortes de R$ 3,8 bi. Mais cortes em áreas em que já não há o que cortar. A destruição feita por Temer e Parente na Petrobrás custa muito caro aos brasileiros e brasileiras", disse a presidenciável Manuela D'Ávila (PCdoB)

"Para bancar a mudança no preço do diesel, ministro da Fazenda avisa que serão feitos cortes de R$ 3,8 bi. Mais cortes em áreas em que já não há o que cortar. A destruição feita por Temer e Parente na Petrobrás custa muito caro aos brasileiros e brasileiras", disse a presidenciável Manuela D'Ávila (PCdoB) (Foto: Leonardo Lucena)

Río Grande del Sur 247 - A pré-candidata à presidência da República Manuela D'Ávila (PCdoB) criticou Michel Temer e o presidente da Petrobras, Pedro Parente, por causa da greve dos caminhoneiros, que ainda não termino totalmente. 

"Para bancar a mudança no preço do diesel, ministro da Fazenda avisa que serão feitos cortes de R$ 3,8 bi. Mais cortes em áreas em que já não há o que cortar. A destruição feita por Temer e Parente na Petrobrás custa muito caro aos brasileiros e brasileiras", escreveu a presidenciável no Twitter.

O ministro ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disseà GloboNews que o governo fará um corte de R$ 3,8 bilhões no Orçamento da União para bancar a redução de R$ 0,46 no preço do diesel. "O corte irá afetar outros programas do governo e é necessário para resolvermos a crise atual", afirmou.

Em 2016, quando Pedro Parente assumiu a presidência da Petrobras, o preço dos combustíveis no Brasil passou a ser pautado pela cotação do barril de petróleo no mercado internacional - em dólar -, o que encareceu o preço dos combustíveis.

Desde el inicio de la política de ajustes diarios a los precios de los derivados del petróleo, el 3 de julio del año pasado, Petrobras ha incrementado el precio del diésel en sus refinerías 121 veces, un aumento del 56,5%, según el Centro Brasileño de Infraestructura (CBIE). En poco más de diez meses, el precio por litro del producto pasó de R$ 1,5006 a R$ 2,3488 (sin impuestos).

Según la Agencia Nacional del Petróleo, el precio del litro de gasolina regular alcanzó R$ 5,26 en la semana que terminó el 19 de mayo.

Incluso después de llegar a un acuerdo con el gobierno, los camioneros quieren que el Ejecutivo elimine los impuestos PIS, Cofins y Cide al diésel, emita una medida provisional para regular los precios del transporte de mercancías por carretera, vuelva al precio del diésel de julio de 2017 (cuando el precio medio en Brasil rondaba los R$ 3) y lo congele durante 90 días.

Entre los puntos negociados para que los camioneros regresen al trabajo se encuentra una reducción en el precio del diésel de R$ 0,46 durante un período de 60 días. Transcurrido este período, el precio del diésel se ajustará mensualmente, de acuerdo con la política de precios de Petrobras, y el gobierno mantendrá el subsidio de R$ 0,46.

Según el ministro de Hacienda, Eduardo Guardia, "no habrá congelación de precios. Los precios se mantendrán fijos durante 60 días y luego se ajustarán al alza o a la baja, dependiendo del precio en el mercado internacional y del tipo de cambio".

La reducción de los precios del diésel será posible gracias a las reducciones de impuestos y a la creación de un programa de subvenciones al diésel.

*Con Agencia Brasil