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Com mais R$ 17 milhões em caixa, Nilo quer fim do TCM

Pouco depois de a imprensa descobrir que o Estado deu suplementação de R$ 17 milhões à Assembleia Legislativa, o presidente da Casa, Marcelo Nilo, volta a defender o fim do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM); o argumento do parlamentar soa meio contraditório: cortar despesas; Nilo afirma que a intenção de incorporar o órgão ao Tribunal de Contas do Estado nada tem a ver com insatisfações, mas sim com economia. "O TCM custa R$ 200 milhões por ano. A poupança é de pelo menos a metade"; no TCM, porém, diz-se pelos corredores que 'se o presidente da Casa estivesse mesmo falando a sério em matéria de economia, começaria cortando as mordomias dos parlamentares'

Pouco depois de a imprensa descobrir que o Estado deu suplementação de R$ 17 milhões à Assembleia Legislativa, o presidente da Casa, Marcelo Nilo, volta a defender o fim do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM); o argumento do parlamentar soa meio contraditório: cortar despesas; Nilo afirma que a intenção de incorporar o órgão ao Tribunal de Contas do Estado nada tem a ver com insatisfações, mas sim com economia. "O TCM custa R$ 200 milhões por ano. A poupança é de pelo menos a metade"; no TCM, porém, diz-se pelos corredores que 'se o presidente da Casa estivesse mesmo falando a sério em matéria de economia, começaria cortando as mordomias dos parlamentares' (Foto: Romulo Faro)

Bahía 247 - Pouco depois de a imprensa descobrir que o Estado deu suplementação de R$ 17 milhões à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o presidente da Casa, deputado Marcelo Nilo (sem partido), volta a defender o fim do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). O argumento do parlamentar soa meio contraditório: cortar despesas.

Nilo, afirma que a intenção de incorporar o órgão ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) nada tem a ver com insatisfações, mas sim com economia. "O TCM custa R$ 200 milhões por ano. A poupança é de pelo menos a metade", disse o presidente da Assembleia em nota da coluna Tempo Presente, do jornal A Tarde.

Nilo diz que quem vai decidir a questão são os deputados em plenário.

Contudo, no TCM, ainda segundo a coluna, 'se diz que se o presidente da Casa estivesse mesmo falando a sério em matéria de economia, começaria cortando as mordomias dos parlamentares'.