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Confiança da indústria cai 1,3% em Pernambuco

O Índice de Confiança da Indústria de Transformação pernambucana (ICI-PE) caiu 1,3%, ao passar de 118,7 pontos para 117, 1 pontos (a escala vai de zero a 200), entre fevereiro e março deste ano; a queda foi semelhante a do ICI nacional (ICI-BR), que teve uma variação negativa de 1,6%; os dados são da Agência de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Confiança da indústria cai 1,3% em Pernambuco

PE247 – O Índice de Confiança da Indústria de Transformação pernambucana (ICI-PE) caiu 1,3%, ao passar de 118,7 pontos para 117, 1 pontos (a escala vai de zero a 200), entre fevereiro e março deste ano. A queda foi semelhante a do ICI nacional (ICI-BR), que teve uma variação negativa de 1,6%. Os dados são da Agência de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O declínio do ICI no Estado ocorreu, principalmente, por conta do fraco desempenho de um dos componentes do indicador, que é o Índice de Expectativas (IE-PE), por meio do qual se avaliam as expectativas do empresariado para os próximos meses. A queda foi de 2,1%, cravando os 109,1 pontos. Já o Índice da Situação Atual (ISA-PE) fechou o mês de março nos 125,8 pontos, um decréscimo de 0,6%.

No caso do ISA, o quesito que mais impulsionou a queda do índice foi a Situação Atual dos Negócios, cuja redução foi de 1,4%, atingindo os 129,6 pontos. Das empresas consultadas pela pesquisa, 39,3% avaliam a situação atual dos negócios como boa e apenas 9,7% como fraca.

Em relação ao IE, o principal quesito responsável pela queda foi o Emprego Previsto, que, após seis meses consecutivos de alta, caiu 5,4%, passando para 121,7 pontos em março. As empresas que esperam ampliar o efetivo de trabalhadores nos próximos três meses recuaram, de 35,3% para 31,1%, e as que preveem redução passaram de 6,6% para 9,4%. 

O levantamento abordou, também, o Nível de Utilização de Capacidade Instalada (NUCI) – relação entre o que a empresa produz e o que poderia produzir – estabilizou-se em 82,1%, o que representa 3,7 pontos percentuais acima da média para o período, desde abril de 2005 (78,4%).