INICIO > General

Dilma reage a cerco: "Não recuo um milímetro"

Presidente Dilma Rousseff (PT) disse, nesta segunda (7), que "é muito usual durante os períodos de pré-campanha no Brasil e nos períodos de campanha que haja a utilização de todos os instrumentos possíveis para desgastar este ou aquele governo", mas disse que isto não a intimida; "podem ter certeza: o meu governo continuará governando, continuará mantendo seu caráter republicano, mas nós não iremos recuar um milímetro da disputa política quando ela aparecer", afirmou

Presidente Dilma Rousseff (PT) disse, nesta segunda (7), que "é muito usual durante os períodos de pré-campanha no Brasil e nos períodos de campanha que haja a utilização de todos os instrumentos possíveis para desgastar este ou aquele governo", mas disse que isto não a intimida; "podem ter certeza: o meu governo continuará governando, continuará mantendo seu caráter republicano, mas nós não iremos recuar um milímetro da disputa política quando ela aparecer", afirmou (Foto: Valter Lima)

247 - A presidente Dilma Rousseff (PT) disse, nesta segunda-feira (7), em Contagem (MG), durante evento para entrega de máquinas a prefeituras de 151 municípios mineiros, que seu governo não vai "recuar um milímetro" da disputa política. Ela afirmou também que é "usual", em períodos de pré-campanha eleitoral, "a utilização de todos os instrumentos possíveis" para desgastar o governo.

"A campanha eleitoral só vai começar depois de junho. E aí eu quero dizer uma coisa pra vocês: é muito usual durante os períodos de pré-campanha no Brasil e nos períodos de campanha que haja a utilização de todos os instrumentos possíveis para desgastar este ou aquele governo. Nós temos experiência disso porque nós já enfrentamos isso em 2006 e em 2010. Podem ter certeza: o meu governo continuará governando, continuará mantendo seu caráter republicano, mas nós não iremos recuar um milímetro da disputa política quando ela aparecer", afirmou.

Declaração da presidente é dada em um momento político delicado para o governo, em que denúncias de irregularidades na Petrobras movimentam articulações em torno de CPIs no Congresso Nacional, e pesquisas mostram queda na avaliação do governo e nas intenções de voto da presidente.