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Goiás segue na rota do crescimento econômico

Políticas públicas ajudam Estado a ser protagonista na economia nacional. Goiás lidera geração de empregos, crescimento industrial e faz com que presidente Dilma Rousseff compare Estado à China

Goiás segue na rota do crescimento econômico

Goiás 247_ Os números da economia goiana finalizados em novembro sinalizam para um fato determinante: Goiás deu um salto qualitativo nos dois últimos anos. Os agregados econômicos relacionados ao Produto Interno Bruto (PIB), a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) e aos dados referentes à geração de empregos tornaram o estado uma vitrine econômica para o Brasil.

O momento faz com que a presidente Dilma Rousseff compare Goiás com a China e o ministro da Fazenda Guido Mantega aponte o ajuste fiscal do governador Marconi Perillo como uma técnica a ser seguida por outros Estados em crise. Pesquisadores da economia goiana já apontam fases desenvolvimentistas do Estado: Pedro Ludovico, Mauro Borges e Marconi Perillo teriam realizado reformas administrativas fundamentais para que o Estado conseguisse o desenvolvimento.

As discussões recentes em torno da microeconomia e macroeconomia goiana apontam as ações do governo como essenciais para a retomada do crescimento do Estado. Nos bastidores e na própria mídia, fala-se que Goiás é a pequena China do Brasil.

Na recente confraternização da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) com a imprensa, realizada no final do mês de novembro, o presidente da entidade, empresário Pedro Alves, ressaltou os pulos industriais de Goiás e a pujança da economia goiana - sem se esquecer das políticas públicas voltadas para o setor.

É consenso que pelo menos cinco fatores determinaram as novas potencialidades de Goiás. O primeiro diz respeito aos investimentos públicos em infraestrutura. Significa que o Estado não está parado. É o caso dos gastos públicos com o programa Rodovida, que visa recuperar a malha viária que conecta o Estado. Apenas nesta área, informam agentes da Secretaria da Fazenda (Sefaz), serão gastos cerca de R$ 2 bilhões.


Políticas sociales

Outro fator que acelera a potencialidade diz respeito à manutenção de políticas sociais - caso do programa Bolsa Universitária, que atende hoje cerca de 20 mil estudantes – e de saúde. A tentativa do governo de Goiás de instituir parcerias com setores sociais é um dos destaques nos debates entre gestores. As Organizações Sociais (OS) podem ser o diferencial em um sistema caro e muitas vezes inepto.

Um terceiro elemento é intercalado com os outros dois restantes, criando um efeito bumerangue de pujança econômica: a industrialização gera empregos e estes aperfeiçoam o consumo. Economistas consultados pela reportagem esclarecem que Goiás teve um incremento de consumidores nos últimos dois anos, exatamente por conta de fatores como o aumento da curva de emprego.

Estudiosos da microeconomia explicam que pequenas ações do governo de Goiás mexem nas estruturas da economia. É o caso da criação do Vapt Vupt empresarial, uma das obras do PAI Gestão, um dos projetos que integra o Plano de Ação Integrada de Desenvolvimento (PAI). Espera-se que o tempo de abertura de uma empresa, na casa dos dois meses, seja reduzido para um ou poucos dias. Na teoria econômica, o governo mexe nos aspectos de mobilidade das firmas, adiantando negócios, motivando empreendedorismos.