Líder tucano avisa: "CPI será fortalecida em 2015"
"Animado" com seu desempenho em 2014, o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy, diz que "2015 será um ano de muito trabalho em Brasília" e que será instalada uma nova CPMI da Petrobras, "fortalecida, para prosseguir nas investigações do petrolão, o esquema de corrupção instalado na estatal"; "A determinação da oposição é a de se manter sintonizada com o desejo da população, que está indignada com nível de corrupção visto no governo Dilma", diz o tucano
Bahía 247 - "Animado" (como ele próprio diz) com seu desempenho em 2014 (foi eleito melhor deputado pela revista Veja), o líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Imbassahy, diz que "2015 será um ano de muito trabalho em Brasília" e que será instalada uma nova CPMI da Petrobras, "fortalecida, para prosseguir nas investigações do petrolão, o esquema de corrupção instalado na estatal".
"A determinação da oposição é a de se manter sintonizada com o desejo da população, que está indignada com nível de corrupção visto no governo Dilma", disse Imbassahy em entrevista à rádio Band News FM Salvador nesta terça-feira (30).
O líder tucano criticou "o legado perverso" que a presidente Dilma Rousseff deixa para os brasileiros no final do seu primeiro mandato, "coroado" com anúncio de medidas que preveem mudanças no acesso a seguro-desemprego, abono salarial (PIS) e auxílio-doença, além de uma minirreforma na Previdência Social, com mudanças nas regras das pensões "que prejudicarão os pensionistas".
"Tudo isso já estava previsto, porém foi mantido escondido da população durante a campanha eleitoral. Esse é o governo do PT, que diz priorizar os pobres", diz o deputado. Imbassahy promete resistência na avaliação da medida provisória que será encaminhada ao Congresso.
No entendimento de tucano, "Dilma prejudica os trabalhadores para fazer frente ao custo de uma máquina onerosa, de um governo perdulário, que gasta mais do que pode, para manter a política do toma lá da cá, que prevaleceu nessa administração, com 39 ministérios, loteados entre os partidos da base governista, e que dá sinais de que se manterá na próxima gestão".
