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Na Fiesp, Caiado reclama de crédito rural escasso

Senador goiano apresentou panorama do momento político e os impactos no agronegócio em São Paulo, na 68ª Reunião do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), realizada na sede da entidade industrial, quando ouviu dos representantes do setor as preocupações relacionadas as crise econômica e os cortes promovidos pelo governo que afetaram o seguro rural e encareceram os financiamentos para agropecuária; "Não é possível o governo federal penalizar ainda mais único setor que ainda apresenta crescimento", atacou o líder oposicionista

Senador goiano apresentou panorama do momento político e os impactos no agronegócio em São Paulo, na 68ª Reunião do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), realizada na sede da entidade industrial, quando ouviu dos representantes do setor as preocupações relacionadas as crise econômica e os cortes promovidos pelo governo que afetaram o seguro rural e encareceram os financiamentos para agropecuária; "Não é possível o governo federal penalizar ainda mais único setor que ainda apresenta crescimento", atacou o líder oposicionista (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - Em encontro com lideranças do setor agroindustrial nesta segunda-feira (1º), o senador Ronaldo Caiado (GO) apresentou um panorama do momento político e os impactos no agronegócio. O líder do Democratas no Senado participou em São Paulo da 68ª Reunião do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), realizada na sede da Fiesp, quando ouviu dos representantes do setor as preocupações relacionadas as crise econômica e os cortes promovidos pelo governo que afetaram o seguro rural e encareceram os financiamentos para agropecuária, única atividade econômica com resultado positivo no PIB do primeiro trimestre de 2015. Foram mais de três horas de exposições e debates.

“Estive na Fiesp com lideranças da agroindústria e todos estão preocupados com a escassez do seguro e do crédito rural. Não é possível o governo federal penalizar ainda mais único setor que ainda apresenta crescimento, com muita luta e dificuldade, nesse quadro caótico com uma economia combalida. Não é justo nem inteligente prejudicar a atividade que tem sustentado a economia do País, principalmente, nos momentos de crise”, atestou Caiado que agradeceu a recepção calorosa que teve no evento.

Desde abril deste ano, o governo tem atraso os repasses do crédito rural. Além disso, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, anunciou aumento da taxa de juros nos financiamentos de pré-custeio, utilizados na aquisição de insumos.