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Operários em greve na Petroquímica Suape

Funcionários da Odebrechet estão de braços cruzados pelo não pagamento do adicional de periculosidade por parte da construtora; Esta é a segunda paralisação em menos de dois meses; Operários afirmam que só retomarão as atividades após a empresa regularizar a situação

Operários em greve na Petroquímica Suape (Foto: Divulgação)

 PE247 – Cerca de sete mil trabalhadores paralisaram as atividades na manhã de hoje (1) no canteiro de obras da Petroquímica Suape. Os funcionários da Odebrecht reivindicam um valor mais justo referente à periculosidade, que é de 30% sobre os salários. Ainda não há informações sobre os rumos que deverão tomar as negociações dos operários com a classe patronal.

Há cerca de dois meses, os funcionários realizaram uma grande mobilização e ficaram quase 20 dias de braços cruzados. Na ocasião, os trabalhadores pediam aumento salarial de 15% (conseguiram 10,5%) mais vale refeição de R$ 350,00 (o aumento elevou o valor destinado para este fim de R$ 200,00 para R$ 260,00).

 A greve atinge somente os operários da Odebrecht, uma vez que os funcionários das outras empresas sub-contratadas já recebem a bonificação acordada anteriormente.