PMDB está dividido sobre Alese, mas quer consenso
O PMDB ainda está dividido quanto à eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa; há dois candidatos – Luciano Bispo e Garibalde Mendonça – entre os quatro deputados estaduais que formarão a nova bancada da legenda; mas já há entre eles o entendimento de que é preciso lançar uma candidatura consensual, para evitar surpresas de última hora; “Está afunilando, entrando num processo difícil. O importante agora é bom senso e juízo”, pondera Robson Viana, que apoia Luciano; “A disputa está grande, acirrada, mas torço para que eu seja o nome do consenso”, afirma Garibalde; eles aguardam uma posição oficial do governador Jackson Barreto (PMDB)
Valter Lima, de Sergipe 247 - O PMDB ainda está dividido quanto à eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. Há dois candidatos – Luciano Bispo e Garibalde Mendonça – entre os quatro deputados estaduais que formarão a nova bancada da legenda. Mas já há entre eles o entendimento de que é preciso lançar uma candidatura consensual, para evitar surpresas de última hora.
“Está afunilando, entrando num processo difícil. O importante agora é bom senso e juízo”, pondera Robson Viana, que apoia Luciano. “A disputa está grande, acirrada, mas torço para que eu seja o nome do consenso”, afirma Garibalde. Eles aguardam, no entanto, que o governador Jackson Barreto (PMDB) retorne de viagem para expor sua posição e definir o candidato.
“Acho que agora é a vez do PMDB. Temos a maior bancada. Então que a gente tenha as conversas para lançar o candidato de consenso. A decisão depende muito do governador. A gente aguarda uma posição dele”, ressalta Garibalde, que rechaça o boato de que não votaria em Luciano Bispo. “Não há nada que me impeça de apoiar ninguém, principalmente dentro da bancada do PMDB”, frisou.
Robson Viana concorda que o presidente do Legislativo Estadual deva ser do seu partido, mas destaca que Gustinho Ribeiro, do PSD, também é candidato. Por isso, ele alerta que o ideal é não ter duas candidaturas do bloco governista.
“É ruim dois candidatos. Quando bate chapa sempre ficam sequelas. Melhor sem isso. Espero que dê tudo certo. Temos que ter um consenso dentro do partido e depois construir esse mesmo consenso dentro da bancada governista. Se tem maioria não pode perder eleição nem dar sopa para o azar para não aparecer outra chapa aí e ganhar a eleição”, diz.
Robson acredita que em até uma semana já se terá uma posição fechada do bloco governista para o pleito. Ele continua defendendo a candidatura de Luciano Bispo. “Desde o final do ano passado falei que Luciano seria meu candidato. Estamos caminhando e trabalhando. Temos conversado muito com os deputados”, informa.
