Produção da Petroquímica será de 7% do PIB estadual
Levantamento aponta que o segundo maior empreendimento de Pernambuco terá produção de R$ 6,7 bilhões quando estiver em plena operação, no início de 2014. Com investimento de R$ 6 bilhões da Petrobrás, a PQS gerou 12 mil empregos na fase de construção e ainda empregará 1,8 mil funcionários
PE247 – Segundo grande empreendimento de Pernambuco, atrás apenas do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), a Petroquímica Suape (PQS) terá uma produção que representará 7% (R$ 6,7 bilhões) do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, de R$ 95 bilhões. Isso quando estiver em plena operação, no início de 2014. Com investimento de R$ 6 bilhões da Petrobrás, a PQS gerou 12 mil empregos na fase de construção e empregará 1,8 mil funcionários quando estiver em plena operação.
A PQS vai alancar a economia de Pernambuco, que já vive um grande momento de sua história, com a descentralização dos investimentos. Com início de produção em 2007, a fábrica de PTA (ácido tereftálico purificado), matéria-prima usada na criação de resinas PET - plástico utilizado em embalagens de refrigerante e produtos de limpeza, por exemplo - agregou R$ 3,1 bilhões na fase da construção ao PIB pernambucano. Quando entrar em operação, mais R$ 3,6 bilhões serão agregados.
Os números são de uma pesquisa feita pela Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas (Condepe/Fidem). De acordo com o levantamento, no primeiro trimestre deste ano, a expansão da atividade na PQS, que também produz polímero, foi de 7,1%, percentual que permitiu uma taxa de crescimento de 1,4% do PIB estadual, entre janeiro e setembro de 2012.
As indústrias de resina PET e de filamentos têxteis no Complexo Petroquímico entrarão em plena atividade até o final do primeiro semestre de 2013. Por sua vez, a unidade de polímeros têxteis, que terá capacidade para produzir 240 mil toneladas de fio anualmente, está em operação desde agosto de 2010 e já vende produtos, utilizados em roupas e calçados, por exemplo.