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Projetos fitoterápicos terão R$ 600 mil em Minas

O Ministério da Saúde liberou R$ 600 mil para projetos fitoterápicos no SUS de Minas; o recurso será aplicado na compra de insumos, materiais de consumo, contratação de pessoal e capacitação de profissionais; ao todo, foram destinados mais de R$ 3,4 Milhões para o investimento em 12 projetos de fitoterápicos de cinco estados do País

O Ministério da Saúde liberou R$ 600 mil para projetos fitoterápicos no SUS de Minas; o recurso será aplicado na compra de insumos, materiais de consumo, contratação de pessoal e capacitação de profissionais; ao todo, foram destinados mais de R$ 3,4 Milhões para o investimento em 12 projetos de fitoterápicos de cinco estados do País (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O Ministério da Saúde liberou R$ 600 mil para projetos fitoterápicos no Sistema Único de Saúde (SUS) de Minas Gerais. O recurso será aplicado na compra de insumos, materiais de consumo, contratação de pessoal e capacitação de profissionais. Ao todo, foram destinados mais de R$ 3,4 Milhões para o investimento em 12 projetos de fitoterápicos de cinco estados do país. 

Em Minas Gerais, os projetos selecionados estão na capital Belo Horizonte e nas cidades de Juiz de Fora e Ouro Preto. Nesta última, com o recurso a secretaria municipal de Saúde vai oferecer cursos de capacitação em plantas medicinais e fitoterapia para os trabalhadores de saúde e elaborar guias para orientar profissionais habilitados para dispensação e prescrição. Além disso, a pasta municipal vai direcionar os recursos para a estruturação e organização das farmácias na rede para a assistência farmacêutica na entrega dos fitoterápicos e em alternativas de estabelecimentos sustentáveis de plantas medicinais. 

Atualmente o SUS oferta 12 medicamentos fitoterápicos que são indicados, por exemplo, para uso ginecológico, tratamento de queimaduras, auxiliares terapêuticos de gastrite e úlcera, além de medicamentos com indicação para artrite e osteoartrite. De acordo com o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ), os fitoterápicos mais utilizados na rede pública são o guaco, a espinheira-santa e a isoflavona-de-soja, indicados como coadjuvantes no tratamento de problemas respiratórios, gastrite e úlcera e sintomas do climatério, respectivamente. 

“Desde 2012 o Ministério da Saúde vem apoiando projetos da cadeia produtiva de plantas medicinais e de fitoterápicos por meio de editais. Com este repasse de R$ 3,4 milhões, destinado a custeio, os municípios e estados já podem iniciar a execução de seus projetos. A ação visa à disponibilização de fitoterápicos no SUS, porque entendemos a importância deste recurso terapêutico para a população e para o país”, afirma o diretor de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Júnior. 

Os produtos fitoterápicos e plantas medicinais, assim como todos os medicamentos, são testados para o conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, e também para garantir  a qualidade do insumo. Cabe a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e às Vigilâncias Sanitárias Municipais e Estaduais o controle desses medicamentos.

*Con la Agencia de Salud