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Refinaria e trabalhadores seguem sem acordo

Última reunião entre as duas partes não fecharam questão sobre o desconto salarial, balizado pela Justiça, pelos 11 dias de paralisação dos operários; o ponto ainda segue como grande entrave nas negociações

Refinaria e trabalhadores seguem sem acordo (Foto: Andréa Rêgo Barros/247)

Leonardo Lucena _PE247 – Sem maiores avanços. Foi assim que terminou a última reunião – realizada ontem (13) - entre representantes do Sintepav-PE (Sindicato Nacional das Indústrias de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem), Sinicon-PE (Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada) e das empreiteiras responsáveis pelas obras da Refinaria Abreu e Lima. Segundo o presidente do Sintepav-PE, Aldo Amaral, houve negociação apenas quanto ao pagamento da primeira quinzena deste mês.

“A reunião não apresentou avanços. Estamos alertando para que não haja atraso no pagamento referente à primeira quinzena de agosto. Quanto à questão dos abonos salariais, não tivemos negociação alguma”, afirmou Amaral.

Conforme decisão da Justiça, haverá desconto salarial pelos 11 dias de paralisação no empreendimento realizada pelos operários. Mas o dirigente do sindicato já informou que os trabalhadores só retornarão às atividades quando esse impasse estiver resolvido. Nesta terça-feira (14), ocorrerá uma nova reunião, às 15h, ainda sem local definido, para a retomada das negociações.

O Sintepav passou a orientar, na manhã de ontem, que os funcionários distribuíssem panfletos recomendando os trabalhadores a baterem o ponto e, depois, irem para suas casas.

Lea mas:

Sinicon exige volver a trabajar en la Refinería

Tras otro día de paro laboral en el Complejo Petroquímico y Refinería Abreu e Lima de Suape, el Sindicato Nacional de la Industria de la Construcción Pesada e Infraestructura (Sinicon) exigió una solución pacífica a la situación. En un comunicado, la organización enfatizó la necesidad de que los trabajadores regresen a la obra. Sin embargo, a pesar de haber llegado a un acuerdo con el Sindicato de Trabajadores de la Construcción Vial, Pavimentación y Movimiento de Tierras (Sintepav-PE) para ajustes salariales y cupones de alimentación, las deducciones realizadas durante los paros laborales siguen siendo un obstáculo.