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Secretário de Renan diz que Meirelles “impõe respeito”

Durante entrevista à rádio Gazeta, em Maceió, o secretário de Estado da Fazenda do governo Renan Filho (PMDB), George Santoro, afirmou que a escolha de Henrique Meirelles para o Ministério da Fazenda, em um provável governo de Michel Temer, impõe respeito ao mercado e que sua escolha "será benéfica ao país"; para ele é precipitado afirmar que a economia brasileira será recomposta com a provável mudança de governo e que é preciso aguardar a indicação dos nomes que formarão a equipe econômica

Durante entrevista à rádio Gazeta, em Maceió, o secretário de Estado da Fazenda do governo Renan Filho (PMDB), George Santoro, afirmou que a escolha de Henrique Meirelles para o Ministério da Fazenda, em um provável governo de Michel Temer, impõe respeito ao mercado e que sua escolha "será benéfica ao país"; para ele é precipitado afirmar que a economia brasileira será recomposta com a provável mudança de governo e que é preciso aguardar a indicação dos nomes que formarão a equipe econômica (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - O secretário de Estado da Fazenda, George Santoro, falou, em entrevista à Rádio Gazeta na tarde desta quarta-feira (11), sobre a escolha de Henrique Meirelles para o Ministério da Fazenda, em um provável governo de Michel Temer, que assume a presidência da República em caso de afastamento, por 180 dias, da presidente Dilma Rousseff (PT). Santoro afirmou que o nome de Meirelles - economista que já comandou a Fazenda no governo Lula - impõe respeito ao mercado e que sua escolha "será benéfica ao país".

De acordo com George Santoro, ainda é precipitado afirmar que a economia brasileira será recomposta com a provável mudança de governo. Para ele, é preciso aguardar a indicação dos nomes formarão a equipe econômica de um novo eventual governo, além das medidas que deverão ser adotadas para se recolocar o país no caminho do desenvolvimento. 

"Não é só ele quem vai resolver a situação do Brasil. Meirelles é um nome que o mercado respeita. Precisamos saber quem ele vai chamar para o Tesouro [Nacional], Banco Central, bancos públicos. Esta composição da equipe econômica como um todo é que mostrará os rumos que o país deve tomar nos próximos meses", comentou.

Na mesma entrevista, Santoro afirmou que as dívidas contraídas pelos estados - somadas ao imbróglio fiscal - devem ser um dos maiores problemas da "futura" equipe econômica. Ele também comentou a limitação de gastos, pelo governo federal, proposta por Meirelles.

"O Henrique Meirelles disse que uma das propostas de governo é reduzir custos, e isso, para o mercado, soa como 'música'. É uma verdadeira 'sinfonia' porque existe a perspectiva de que o governo não vai estourar seus gastos. No início do governo Dilma, tínhamos o índice de 50% de endividamento do país e, agora, este índice está em 80%. Ou seja, um crescimento muito alarmante", afirmou.

Ajustes do governo Renan Filho

Na oportunidade, George Santoro comentou, ainda, ações realizadas desde o início do governo Renan Filho (PMDB) e que, segundo ele, colocaram Alagoas em posição de destaque nacional, classificando-o como um dos poucos estados a honrar compromissos como o pagamento do funcionalismo no mês trabalhado os salários, além de garantir a execução de investimentos.

"Tomamos medidas, ainda no início do governo, que foram necessárias para este momento delicado que o país atravessa. Os ajustes fiscais nos permitiram alcançar este patamar, mantendo as contas em dia", finalizou.

Con gazetaweb.com