Teixeira: desgaste do STF vem de “busca desenfreada por popularidade”
O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) afirmou que o Supremo Tribunal Federal está "desgastado" por causa da "busca desenfreada por popularidade pelos seus membros"; segundo Teixeira, "o STF deveria ser uma côrte contra-majoritaria e os seus ministros deveriam ter postura de comedimento para zelar pelo cumprimento da Constituição"
SP 247 - O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) afirmou que o Supremo Tribunal Federal afirmou que o adiamento da votação da concessão do auxílio-moradia teve um "claro viés corporativo". "Moro, Bretas e Dallagnol devem ter gostado da decisão".
No Twitter, o parlamentar acrescentou que o Supremo está "desgastado" por causa da "busca desenfreada por popularidade pelos seus membros". Segundo Teixeira, "o STF deveria ser uma côrte contra-majoritaria e os seus ministros deveriam ter postura de comedimento para zelar pelo cumprimento da Constituição".
O congressista afirmou que esta tarde na Corta deve ser "esquecida". "Graves ataques pessoais sem precedentes entre ministros. Espero que a Ministra Cármen Lucia coloque em votação a Ação Direta de Constitucionalidade sobre a presunção de inocência", disse.
Asistencia para la vivienda
A polêmica envolvendo o auxílio-moradia do magistrado veio após uma matéria do jornal Folha de S. Paulo, em fevereiro, apontar que o juiz federal Sergio Moro recebe R$ 4.378 deste benefício, mas, com salário-base de R$ 28.948, remuneração bruta dele chega a R$ 34.210, se somados os benefícios. Vale ressaltar que o valor está acima do teto constitucional do setor público, de R$ 33.763.
Pero lo curioso es que, en ciertos meses, la cantidad puede ser incluso mayor. En diciembre de 2017, por ejemplo, el juez ganó R$ 6.838 en bonos, lo que elevó su salario a R$ 41.047.
Al justificar el beneficio, el juez declaró: "El subsidio de vivienda se paga indiscriminadamente a todos los jueces y, aunque discutible, compensa la falta de ajustes salariales desde el 1 de enero de 2015, que, por ley, deberían ajustarse anualmente".
El juez Marcelo Bretas, responsable de los casos de la Operación Lava Jato en Río de Janeiro, recurrió a Twitter para defender su derecho a recibir el subsidio de vivienda junto con su esposa, la también jueza Simone Bretas. «Bueno, tengo esta extraña costumbre. Siempre que creo tener derecho a algo, voy a los tribunales y lo pido. Quizás debería llorar en silencio, o tomarlo en secreto o por la fuerza. Pero, como temo merecer algún castigo, le pido al tribunal que me defienda mi derecho», declaró Bretas.