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Vereador pede 'combate diário ao racismo, não só quando atinge famosos'

"Diante dos atacantes racistas no Facebook à atriz Taís Araújo", o vereador de Salvador Luiz Carlos Suíca disse que o racismo "se manifesta todos os dias", e que os agressores da atriz global "são os mesmos que atingem as pessoas não famosas e, por isso, não conseguem que suas dores acessem os meios de comunicação"; Suíca defende a luta diária contra o racismo "e não de forma pontual, quando atinge pessoas conhecidas"; "O número de estudantes e professores negros é minoritário"

"Diante dos atacantes racistas no Facebook à atriz Taís Araújo", o vereador de Salvador Luiz Carlos Suíca disse que o racismo "se manifesta todos os dias", e que os agressores da atriz global "são os mesmos que atingem as pessoas não famosas e, por isso, não conseguem que suas dores acessem os meios de comunicação"; Suíca defende a luta diária contra o racismo "e não de forma pontual, quando atinge pessoas conhecidas"; "O número de estudantes e professores negros é minoritário" (Foto: Romulo Faro)

Bahía 247 - "Diante dos atacantes racistas no Facebook à atriz Taís Araújo", o líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador, vereador Luiz Carlos Suíca, do PT, disse que o racismo "se manifesta todos os dias", e que os agressores da atriz global "são os mesmos que atingem as pessoas não famosas e, por isso, não conseguem que suas dores acessem os meios de comunicação".

Suíca defendeu a luta diária contra o racismo "e não de forma pontual, quando atinge pessoas conhecidas". O vereador lembrou o destaque recente dado quando a jornalista Maria Júlia Coutinho, conhecida como Maju, também foi vítima de comentários racistas na página oficial do Jornal Nacional no Facebook.

Em Salvador, disse Suíca, nas grandes escolas particulares "o número de estudantes e professores negros é minoritário". E nas vitrines dos shopping centers, "é possível contar nos dedos das mãos a quantidade de manequins que representam a etnia negra consumidora".

Outro exemplo que o petista dá é sobre os partidos políticos, "de esquerda e de direita, onde o número de dirigentes negros é mínimo". "Os negros são maioria apenas nos abrigos infantis, nas cadeias, nas casas correcionais para adolescentes", diz Suíca.