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Virgílio usa denúncia sobre cartéis em SP para atacar Alckmin

De acordo com o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, precisa esclarecer as denúncias sobre cartel em obras em SP antes de ser oficializado como candidato; para Virgílio, se isso não acontecer, a legenda chegará enfraquecida às urnas na disputa de 2018 e fortalecerá o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

De acordo com o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, precisa esclarecer as denúncias sobre cartel em obras em SP antes de ser oficializado como candidato; para Virgílio, se isso não acontecer, a legenda chegará enfraquecida às urnas na disputa de 2018 e fortalecerá o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (Foto: Charles Nisz)

SP 247 - Oponente do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, nas prévias do PSDB para definir o candidato tucano à presidência 2018, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio reclamou da influência do governador paulista na cúpula do partido. Virgílio usou a denúncia sobre a existência de um cartel de empreiteiras que teriam tocado diversas obras milionárias em diversos governos do PSDB de São Paulo para atacar Alckmin.

De acordo com o prefeito de Manaus, Alckmin precisa esclarecer as denúncias antes de ser oficializado como candidato. Para Virgílio, se isso não acontecer, a legenda chegará enfraquecida às urnas na disputa de 2018 e fortalecerá o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Evitando fazer acusações ao oponente das prévias, o prefeito de Manaus destacou que o "escândalo precisa ser apurado" e criticou a postura "daqueles que dizem que não podem emitir opiniões antes de consultar seus advogados". O governo de São Paulo, por meio da procuradoria geral do Estado, afirmou que é vítima na questão de cartéis e anunciou que irá pedir reparação às empresas.

Questionado sobre as prévias, Virgílio acusou o partido de "descontrole interno" ao não realizar debates entre ele e Alckmin nas cidades mais estratégicas do país antes da definição de quem concorrerá ao Planalto. O prefeito de Manaus reclamou ainda da "miopia" de alguns correligionários, que o veem como alguém inexpressivo "apenas por ser de uma cidade muito menor que São Paulo".