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Wagner comemora saída de Cunha e pede inocência de Dilma reconhecida

O ministro da Chefia de Gabinete da Presidência, Jaques Wagner, comemorou a decisão do Supremo Tribunal Federal de suspender o mandato do deputado Eduardo Cunha e, automaticamente, afastá-lo da Presidência da Câmara; o ex-governador da Bahia espera que a presidente Dilma Rousseff tenha sua inocência reconhecida; "Finalmente, apareceu a verdade da culpa de Eduardo Cunha. Espero que a verdade da inocência da presidenta Dilma também venha a ser reconhecida", disse Wagner

O ministro da Chefia de Gabinete da Presidência, Jaques Wagner, comemorou a decisão do Supremo Tribunal Federal de suspender o mandato do deputado Eduardo Cunha e, automaticamente, afastá-lo da Presidência da Câmara; o ex-governador da Bahia espera que a presidente Dilma Rousseff tenha sua inocência reconhecida; "Finalmente, apareceu a verdade da culpa de Eduardo Cunha. Espero que a verdade da inocência da presidenta Dilma também venha a ser reconhecida", disse Wagner (Foto: Romulo Faro)

Paulo Victor Chagas - reportero de Agência Brasil

O ministro da Chefia de Gabinete da Presidência, Jaques Wagner, comemorou a decisão liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki de suspender o mandato do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e afastá-lo da Presidência da Câmara.

A Suprema Corte analisa neste momento a liminar, mas a maioria dos ministros já decidiu manter o afastamento de Cunha. Segundo Wagner, a verdade "finalmente apareceu".

"Finalmente, apareceu a verdade da culpa de Eduardo Cunha. Espero que a verdade da inocência da presidenta Dilma também venha a ser reconhecida", disse o ministro, segundo informação divulgada por sua assessoria.

Mais cedo, a presidenta Dilma Rousseff também comemorou a decisão de Teori sobre Cunha.