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Wagner: “Fui porque a presidente me escalou"

Integrante do núcleo duro do segundo governo da presidente Dilma Rousseff, Jaques Wagner comentou com naturalidade sua indicação pela presidente Dilma Rousseff para o Ministério da Defesa; "Nunca liguei para ocupar lugares e ministérios que tivessem muitas licitações", completou; sua ida para a Defesa é vista como surpresa entre os indicados da presidente; atual governador da Bahia assumirá o cargo ocupado por Celso Amorim

Integrante do núcleo duro do segundo governo da presidente Dilma Rousseff, Jaques Wagner comentou com naturalidade sua indicação pela presidente Dilma Rousseff para o Ministério da Defesa; "Nunca liguei para ocupar lugares e ministérios que tivessem muitas licitações", completou; sua ida para a Defesa é vista como surpresa entre os indicados da presidente; atual governador da Bahia assumirá o cargo ocupado por Celso Amorim (Foto: Aquiles Lins)

Bahía 247 - Integrante do núcleo duro do segundo governo da presidente Dilma Rousseff, Jaques Wagner comentou com naturalidade sua indicação para o Ministério da Defesa. "Fui porque a presidente Dilma me escalou", afirmou o petista.

Na imprensa nacional as especulações sobre para onde iria Wagner variaram desde o ministério de Minas e Petrobras, Petrobras, e mais recentemente, Comunicações ou Relações Institucionais. "Nunca liguei para ocupar lugares e ministérios que tivessem muitas licitações", afirmou. 

O atual governador da Bahia assumirá o cargo ocupado Celso Amorim. Conhecido por ter um perfil “conciliador”, Jaques Wagner foi um dos fundadores do PT e é próximo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Comandou o Ministério do Trabalho de Lula por um ano e assumiu a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) no momento mais delicado do governo do ex-presidente.