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‘NYT’ admite que está perdendo a batalha digital

Relatório interno, elaborado por uma equipe de dez jornalistas da casa sob o comando de Arthur Gregg Sulzberger, filho do editor e presidente do jornal, Arthur Sulzberger Jr., revela que gigante nova-iorquino está "diminuindo" sua vantagem à medida que novas empresas de comunicação, como First Look Media, Vox, Huffington Post e outros, "estão ampliando suas redações": "A redação é unânime: estamos dedicando muito tempo e energia à primeira página", diz documento que reconhece derrota na arte e na ciência de fazer o jornalismo chegar aos leitores

Relatório interno, elaborado por uma equipe de dez jornalistas da casa sob o comando de Arthur Gregg Sulzberger, filho do editor e presidente do jornal, Arthur Sulzberger Jr., revela que gigante nova-iorquino está "diminuindo" sua vantagem à medida que novas empresas de comunicação, como First Look Media, Vox, Huffington Post e outros, "estão ampliando suas redações": "A redação é unânime: estamos dedicando muito tempo e energia à primeira página", diz documento que reconhece derrota na arte e na ciência de fazer o jornalismo chegar aos leitores (Foto: Roberta Namour)

247 – Em relatório interno, o gigante nova-iorquino The New York Times reconheceu que está perdendo a batalha digital: “A redação é unânime: estamos dedicando muito tempo e energia à primeira página", afirma o documento, divulgado pelo site BuzzFeed.

No estudo elaborado por uma equipe de dez jornalistas da casa sob o comando de Arthur Gregg Sulzberger, filho do editor e presidente do jornal, Arthur Sulzberger Jr., que sera entregue à diretoria, aponta que a liderança do jornal, sua vantagem comparativa em termos jornalísticos, está “diminuindo” à medida que novas empresas de comunicação, como First Look Media, Vox, Huffington Post e outros, “estão ampliando suas redações”.

Embora o grupo acredite que a publicação “vence” fazendo jornalismo, diz que ela perdeu a arte e a ciência de fazer o jornalismo chegar aos leitores: “Sempre nos preocupamos com o impacto e o alcance do nosso trabalho, mas não temos feito o suficiente para decifrar o código da era digital”.