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Tijolaço: receita de Temer para a crise é mídia não falar mais em crise

Editor do Tijolaço, Fernando Brito, avalia que "só o que há de concreto" neste início de governo Temer "é o pedido de que não se fale mais em crise; "Foi, para mim, o que de mais objetivo disse ele, que não anunciou medidas, proclamou intenções nas quais ninguém acredita – como a dos programas sociais e dos direitos trabalhistas – e se desmanchou em chavões dignos de um Rolando Lero, até mesmo cometendo um “se-lo-ia”digno de Jânio Quadros", ressalta

Editor do Tijolaço, Fernando Brito, avalia que "só o que há de concreto" neste início de governo Temer "é o pedido de que não se fale mais em crise; "Foi, para mim, o que de mais objetivo disse ele, que não anunciou medidas, proclamou intenções nas quais ninguém acredita – como a dos programas sociais e dos direitos trabalhistas – e se desmanchou em chavões dignos de um Rolando Lero, até mesmo cometendo um “se-lo-ia”digno de Jânio Quadros", ressalta (Foto: Valter Lima)

247 - "'Não podemos mais falar em crise', registra o Estadão sobre a primeira fala de Michel Temer como usurpador em exercício da Presidência do Brasil. Foi, para mim, o que de mais objetivo disse ele, que não anunciou medidas, proclamou intenções nas quais ninguém acredita – como a dos programas sociais e dos direitos trabalhistas – e se desmanchou em chavões dignos de um Rolando Lero, até mesmo cometendo um “se-lo-ia”digno de Jânio Quadros".

O texto é do editor do Tijolaço, Fernando Brito.

Segundo ele, "só o que há de concreto é o pedido de que não se fale mais em crise". "Que, talvez, nem com sua proverbial boa-vontade, a mídia e o empresariado possam fazer a Temer. Porque, se a crise foi e é criminosamente amplificada por eles, é também real. É crise de confiança? É. Mas é real também. E nessa realidade, concretamente, a fala de Temer não tocou. Ainda", diz.

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