Alemanha intervirá e defenderá o genocídio cometido por Israel na CIJ
Alemanha prestará serviços jurídicos ao regime sionista, que busca se defender da acusação de genocídio impetrada pela África do Sul com apoio mundial
247 - O governo alemão, liderado pelo chanceler Olaf Scholz, negou na sexta-feira (12) que o regime israelita esteja cometendo genocídio contra os palestinos na Faixa de Gaza, apesar de recentes críticas de Berlim às ações das forças sionistas.
Segundo Berlim, a acusação da África do Sul contra o regime israelita as sofre de "instrumentalização política". O governo alemão anunciou que interviria como terceira parte perante a Corte Internacional de Justiça, segundo o The Times of Israel.
O porta-voz do governo, Steffen Hebestreit, disse em um comunicado que Israel estava "se defendendo" após o ataque "desumano" do Hamas em 7 de outubro.
A CIJ realiza audiências no caso da acusação de genocídio feita pela África do Sul. O caso tem o apoio de vários países, incluindo o Brasil, a Turquia, a Jordânia, a Bolívia, a Venezuela, a Malásia e a Organização dos Países Islâmicos.
El ejército de ocupación israelí lanzó el 7 de octubre una guerra con el objetivo declarado de acabar con Hamás, pero en más de tres meses no ha conseguido su objetivo y sólo ha perpetrado un genocidio en Gaza, como han denunciado varios países del mundo.
