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Embaixador chinês nos EUA diz que os dois países procuram melhorar relação

O embaixador chinês nos Estados Unidos, Qin Gang, concedeu no dia 30 de setembro uma entrevista ao Grupo de Mídia da China

Embaixador chinês nos EUA diz que os dois países procuram melhorar relação (Foto: REUTERS/Aly Song)

Radio Internacional de China - O embaixador chinês nos Estados Unidos, Qin Gang, concedeu no dia 30 de setembro uma entrevista ao Grupo de Mídia da China (CMG, na sigla em inglês). Ele afirmou que a China e os Estados Unidos estão procurando uma nova maneira de se dar bem e que ele continuará contando com todas as esferas do país americano para fazer com que ele entenda que ambos só têm a ganhar com a coexistência pacífica e a perder com os conflitos.

Qin Gang disse que sua tarefa principal é melhorar a comunicação e o diálogo com todos os círculos sociais dos Estados Unidos, enfatizando que atualmente, as relações entre os dois países ainda estão em um período muito difícil e que é preciso trabalhar bastante para melhorar esta situação.

Ele avaliou que a última conversa entre os chefes dos dois países foi oportuna e importante. Nesta conversa, o presidente chinês, Xi Jinping, disse que as relações sino-norte-americanas não se tratam de uma questão de múltipla escolha para decidir se um bom trabalho será feito ou não, mas uma questão obrigatória sobre como fazer um bom trabalho. Qin Gang acha que a sua tarefa é atender a esta questão.

Nos dois meses passados desde que o embaixador assumiu o cargo, ele descobriu que há um grande grupo de estadunidenses que se opõem ao conflito entre os dois países, especialmente nos círculos do negócio e da educação, entre os civis e os locais. Porém, também existem muitas pessoas que não querem ver uma boa relação entre os dois países.

Qin Gang acredita que ele deve aumentar o contato com os estadunidenses em todas as áreas para mostrar como é o Partido Comunista da China, a China e o povo chinês, com os esforços da embaixada e a imprensa chinesa, fazendo com que o país entenda que ambos só têm a ganhar com a coexistência pacífica e a perder com os conflitos, e ao mesmo tempo, tornando este embate mais estável e menos intenso.