Hamas pede pressão internacional por fim ao genocídio em Gaza
Líder da organização de resistência classificou a ocupação israelense como terrorismo
Prensa latina - O chefe do Birô Político do Movimento de Resistência Palestina (Hamas), Ismail Haniyeh, apelou aos países para que exerçam a pressão necessária para deter a agressão contra Gaza, informou nesta sexta-feira (27) hoje o canal pan-árabe Al Mayadeen.
No 20º dia desde o início da Operação Dilúvio Al-Aqsa, o líder do Hamas apelou à abertura de todas as passagens, especialmente a de Rafah, sublinhando a necessidade de levar tudo o que for possível à população de Gaza para normalizar a vida no enclave costeiro.
O líder político apelou aos presidentes, líderes e formadores de opinião para afirmarem, de forma clara e franca, a legitimidade da resistência na Palestina.
Segundo Haniyeh, o terrorismo é exercido pelas forças de ocupação e que não é possível o silêncio sobre os massacres israelenses contra o povo palestino.
Ao mesmo tempo, enfatizou: “devemos vencer a batalha da consciência, das vontades e da descrição precisa do que está acontecendo”.
Haniyeh saudou as vozes e posições corajosas e ousadas que declararam o direito à resistência legítima; e nesse sentido reafirmou o seu apelo à permanência na revolta popular após 20 dias de heroísmo.
Sob o título "Abra a passagem de Rafah... Pare a guerra genocida", os movimentos de resistência palestinos apelaram às nações islâmicas e árabes e aos povos livres do mundo para realizarem dias de solidariedade em praças, cidades e capitais com o objectivo de denunciando os crimes da ocupação israelense.