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Alberto Carlos Almeida: Moro actuó como un inquisidor.

Após o escândalo da Lava Jato revelado pelo Intercept Brasil, o escritor e cientista político Alberto Carlos Almeida que o ministro Sérgio Moro (Justiça), ex-juiz da Lava Jato, deixou "de agir como magistrado e fazer ações combinadas com a acusação. Comportamento clássico da inquisição em Portugal e na Espanha"

Alberto Carlos Almeida: Moro actuó como un inquisidor.

247 - O escritor e cientista político Alberto Carlos Almeida criticou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que, segundo o Intercetp Brasil, tentou interferir no trabalho do Ministério Público Federal (MPF-PR) em troca de mensagens pelo aplicativo Telegram quando era juiz e julgava os processos da Operação Lava Jato em primeira instância jurídica. 

"Objetivo do então juiz Sérgio Moro: condenar e encarcerar Lula. Um dos meios utilizados: deixar de agir como magistrado e fazer ações combinadas com a acusação. Comportamento clássico da inquisição em Portugal e na Espanha", disse o analista no Twitter.

"A primeira condenação do Lula foi resultado de um conluio ilegal entre o juiz e o acusador. A segunda condenação foi Crtl-C Crtl-V disso. Moro poderá cair ou não. Se permanecer, será mais fraco do que o Ministro do Turismo. Em nome de uma caça a um político por meio de uma ação ilegal, na qual um juiz da recomendações ao acusador, passou-se por cima de tudo, incluindo o bem-estar da população", escreveu.

"Sérgio Moro indo atrás de apoios. Imagina o medo dos Senadores ao conversar com ele, pensando que podem estar sendo gravados. Ah, o que ele vai pedir? O que dará em troca? Vocês notaram que as raposas do Senado marcaram a ida de Sérgio Moro para o distante dia 19/6? São muito espertos. Até lá Moro já estará triturado e moído pelos vazamentos".