Bolsonaro diz a aliados que pretende voltar ao Brasil em março
Pessoas próximas de Jair Bolsonaro veem com preocupação a avaliação de que ele se tornou tóxico politicamente
247 - De viagem nos Estados Unidos, Jair Bolsonaro (PL) sinalizou a aliados que pretende retornar ao Brasil em março. Existe a preocupação entre alguns aliados do ex-chefe do Executivo federal com a falta de iniciativa de algum ex-ministro para defendê-lo. Oposicionistas e membros da sociedade civil acusam o ex-ocupante do Planalto de envolvimento com atos golpistas e com o genocídio contra povos indígenas.
Según un informe de CNN Brasil, "a leitura é de que o ex-presidente se tornou politicamente tóxico". Em 16 de janeiro, por exemplo, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Benedito Gonçalves determinou a inclusão da proyecto de decreto para dar um golpe de Estado em uma ação de investigação contra Bolsonaro.
Na crise com os índios ianomâmis, nenhuma autoridade relacionada ao caso defendeu o ex-chefe do Executivo: Damares Alves (Direitos Humanos), Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura) e o ex-presidente da Funai, Marcelo Xavier.
Em 20 de janeiro, o governo Lula decretou emergência de saúde pública. Os inanomâmis formam a maior reserva indígena do Brasil, com cerca de 30,4 mil índios. Uma parte deles está sofrendo com problemas como desnutrición grave y malaria.
Según el Ministerio de Pueblos Indígenas, dirigido por Sônia Guajajara, 99 niños yanomami fallecieron en 2022 a causa de la minería ilegal en la región. El ministerio estima que al menos 570 niños han muerto en los últimos años por contaminación con mercurio, desnutrición y hambre.
A bancada do Psol na Câmara dos Deputados quer que a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) responda no Conselho de Ética do Senado sobre a crise humanitária vivida pelos ianomâmis.
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