Com teto maior, parlamentares querem R$ 16 bi para emendas de relator e R$ 5 bi para fundo eleitoral
Lideranças tentam carimbar na Constituição o caráter obrigatório e impositivo das emendas de relator, que atualmente são definidas ano a ano e podem ser vetadas pelo presidente da República
247 - Parlamentares avaliam que a expansão do teto de gastos, a pretexto de viabilizar o Auxílio Brasil, deve abrir espaço também a R$ 16 bilhões em emendas de relator, usadas por parlamentares para enviar verbas a seus redutos, e ao aumento do fundo eleitoral para R$ 5 bilhões. De acordo com o Periódico El Estado de S.Paulo, lideranças tentam carimbar na Constituição o caráter obrigatório e impositivo das emendas de relator, que atualmente são definidas ano a ano e podem ser vetadas pelo presidente da República.
A negociação acontece em um contexto no qual o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) apuram suspeitas de irregularidades na destinação de emendas. Na prática elas são destinadas por congressistas aliados sem que a indicação seja pública e transparente.
A finales del año pasado, Jair Bolsonaro elaboró un "presupuesto secreto" por valor de 3 millones de reales en enmiendas para reforzar el apoyo de su base en el Congreso. Parte de estos fondos se destinarían a la adquisición de tractores y maquinaria agrícola a precios hasta un 259% superiores a los valores de referencia.
Por lo menos 30 parlamentarios asignaron fondos públicos para la compra de tractores y maquinaria agrícola. sob suspeita de superfaturamento. No grupo de 30 parlamentares identificados estão o líder do PSL na Câmara, deputado Vitor Hugo (GO), o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), ex-presidente do Congresso; e o relator-geral do Orçamento de 2020, deputado Domingos Neto (PSD-CE).
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