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'Eu boto o dinheiro onde quiser', diz prefeito flagrado pela PF com R$ 505 mil em aeroporto

Prefeito de Cerro Grande do Sul (RS), Gilmar João Alba (PSL), afirmou nesta sexta-feira (3) que o dinheiro apreendido com ele no Aeroporto de Congonhas (SP) seria usado em "oportunidade de negócios". CPI desconfia de financiamento de atos golpistas do 7 de setembro

El alcalde de Cerro Grande do Sul (RS), Gilmar João Alba, y el diputado federal Eduardo Bolsonaro (Foto: Nota de Prensa / Reproducción)

247 - O prefeito de Cerro Grande do Sul, Gilmar João Alba (PSL), afirmou nesta sexta-feira (3) que os R$ 505 mil em espécie apreendidos enquanto ele tentava embarcar no Aeroporto de Congonhas (SP) eram dele e seriam usados em "oportunidade de negócios". O dinheiro estava armazenado em caixas de papelão dentro da bagagem de mão do passageiro. A apreensão aconteceu no dia 26 de agosto. "Eles [a PF] dizem o que querem. Eu boto o dinheiro onde quiser, na caixa de papelão, no sapato, é meu", disse à rádio Gaúcha.

Questionado sobre o motivo pelo qual transportava mais de meio milhão de reais em espécie, ele não deu detalhes sobre que tipo de negócios faria. "Esse dinheiro eu ando pra oportunidade de negócios. E como é declarado e diz na receita que declarado anda em qualquer parte do Brasil. Então eu ando com meu dinheiro pra onde eu quiser", afirmou o prefeito, eleito em 2020 para governar a cidade do Norte do RS.

El miércoles (1), o senador Humberto Costa (PT-PE) disse à CPI da Covid ter indícios de que o valor seria utilizado para financiar atos antidemocráticos. O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, Omar Aziz (PSD-AM), então afirmou que a denúncia sería puesto en conocimiento de un ministro del Supremo Tribunal Federal (STF). Alexandre de Moraes, relator de la investigación sobre las milicias digitales.

Se iniciará una investigación para determinar el origen del dinero. Dependiendo del resultado de la investigación, el pasajero podría enfrentar cargos como lavado de dinero, específicamente encubrimiento, y delitos contra el sistema financiero nacional.

La Policía Federal informa que portar moneda nacional dentro del país, cualquiera sea el monto, no constituye delito, pero quien porte el dinero deberá poder justificar y acreditar el origen de los fondos.

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