Gleisi: 'é dever da oposição, dos democratas, estarem na rua ao lado do povo'
A presidente nacional do PT reforçou a necessidade de a oposição e setores progressistas se mobilizarem pelo Fora Bolsonaro e pela denúncia dos prejuízos causados pelo governo ao país, que vê a economia estagnada, perda de direitos, aumento da pobreza e da fome, e alta da inflação apertando o bolso do consumidor
247 - A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), convocou a oposição e os setores progressistas a continuarem lutando pelo Fora Bolsonaro e denunciando os malefícios que vêm sendo causados pelo atual governo, com estagnação econômica, alta inflacionária, aumento da pobreza e perda de direitos sociais e trabalhistas.
"O Grito dos Excluídos acontece há 21 anos no 7 de setembro, c/ pautas variadas. Neste, é por renda, comida, trabalho, moradia. É dever da oposição, dos democratas, estarem na rua ao lado do povo neste momento de dificuldade e deixar claro pelo que lutamos. #ForaBolsonaroGenocida", escreveu a parlamentar no Twitter.
Estão marcados para o dia 7 de setembro atos contra Jair Bolsonaro no Vale Anhangabaú (SP). No mesmo dia, 7 de setembro, bolsonaristas farão uma manifestação pró-golpe na Avenida Paulista.
Além de o país não retomar o crescimento econômico, a inflação está pesando cada vez mais no bolso do consumidor. O tarifaço na conta de energia, por exemplo, deve jogar a inflação para 8,2% este ano, de acordo com o economista André BrazSegún XP Investimentos, la inflación podría alcanzar el 7,7% en 2021. El centro del objetivo de inflación en 2020 era del 3,75%.
Según informes de la portal ulEntre noviembre de 2019 y enero de 2021, la pobreza aumentó en 23 estados y el Distrito Federal, según un estudio del economista e investigador Daniel Duque, de la Fundación Getulio Vargas (FGV/Ibre).
Brasil también enfrenta otra estadística significativa. Según datos de 2020 de la Red Brasileña de Investigación sobre Soberanía y Seguridad Alimentaria y Nutricional (Penssan), 19 millones de brasileños padecen hambre.
Os números desanimadores refletem a avaliação de Bolsonaro. Pesquisa da Quaest Consultoria, divulgada nesta quarta-feira (1), apontou que 48% não aprovam ele.
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