Justiça determina prisão do ex-ministro José Dirceu
Juíza substituta da 13ª Vara Federal Gabriela Hardt determinou, há pouco, a prisão do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. A decisão é para a execução provisória da condenação de Dirceu a 30 anos e nove meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa, no âmbito da Operação Lava Jato; Dirceu deverá se entregar, até as 17h desta sexta-feira (18), na sede da Polícia Federal em Brasília. O juiz Sérgio Moro, titular, está fora do país
Agencia Brasil - A juíza substituta da 13ª Vara Federal Gabriela Hardt determinou, há pouco, a prisão do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. A decisão é para a execução provisória da condenação de Dirceu a 30 anos e nove meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa, no âmbito da Operação Lava Jato. Dirceu deverá se entregar, até as 17h desta sexta-feira (18), na sede da Polícia Federal em Brasília. O juiz Sérgio Moro, titular, está fora do país.
A prisão do ex-ministro foi decidida após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) rejeitar, no início da tarde de hoje, o último recurso de Dirceu contra a condenação na segunda instância da Justiça. Ainda cabe recurso às instâncias superiores.
Além de negar o recurso, a Quarta Seção do TRF4 determinou a imediata comunicação a 13ª Vara Federal para que fosse determinada a prisão, com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) que autoriza a execução da pena após o fim dos recursos na segunda instância.
Convicción
Dirceu fue condenado por Moro a 20 años y 10 meses de prisión en mayo de 2016. En septiembre del año pasado, el TRF4 (Tribunal Federal Regional de la 4.ª Región) aumentó la pena a 30 años y nueve meses. La pena se agravó debido a que el exministro ya había sido condenado por corrupción en la Acción Penal 470, el juicio por el escándalo del mensalão (asignación mensual).
Según la denuncia presentada por el Ministerio Público Federal (MPF), Dirceu participó de un esquema montado por Engevix, una de las constructoras que formaron un cártel para manipular licitaciones de Petrobras a partir de 2005.
Según la acusación, la empresa pagó sobornos a funcionarios públicos para conseguir contratos con la Unidad de Tratamiento de Gas de Cacimbas y las refinerías Presidente Bernardes, Presidente Getúlio Vargas y Landupho Alves.
El TRF4 (Tribunal Federal Regional de la 4ª Región) negó los últimos recursos y autorizó la prisión de Gerson Almada, ex vicepresidente de Engevix, y del lobbysta Fernando Moura, ex aliado de Dirceu.