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Justiça manda soltar dois investigados na Operação Lava Jato

Juiz Sergio Fernando Moro concedeu liberdade a dois investigados na Operação Lava Jato, da Polícia Federal; ele impôs restrições aos acusados para evitar que as práticas dos crimes continuem; os dois acusados estão proibidos de manter contato com o doleiro Alberto Youssef, acusado pelo Ministério Público de chefiar o grupo criminoso

Juiz Sergio Fernando Moro concedeu liberdade a dois investigados na Operação Lava Jato, da Polícia Federal; ele impôs restrições aos acusados para evitar que as práticas dos crimes continuem; os dois acusados estão proibidos de manter contato com o doleiro Alberto Youssef, acusado pelo Ministério Público de chefiar o grupo criminoso (Foto: Valter Lima)

André Richter - Reportero de Agência Brasil

O juiz Sergio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, concedeu liberdade a dois investigados na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Em troca da liberdade, Moro impôs restrições aos acusados para evitar que as práticas dos crimes continuem.

A decisão foi tomada após o juiz aceitar nesta quinta-feira (24) mais duas denúncias do Ministério Público contra sete acusados. De acordo com o juiz, Raul Henrique Srour e Carlos Alexandre de Souza, acusados de operações ilegais no mercado negro de câmbio, podem responder às acusações em liberdade, mas não poderão mudar de endereço sem autorização da Justiça, deixar a cidade de origem por mais de 20 dias, e devem entregar os passaportes. O juiz também fixou fiança de R$ 7,2 milhões para Srour.

Os dois acusados estão proibidos de manter contato com o doleiro Alberto Youssef, acusado pelo Ministério Público de chefiar o grupo criminoso. Ele está preso desde o mês passado. Ontem (23), a Justiça também abriu ação penal contra o doleiro.

La Operación Lava Jato, lanzada el 17 de marzo por la Policía Federal, desmanteló una organización cuyo objetivo era el lavado de dinero en seis estados y el Distrito Federal. Según información del Consejo de Control de Actividades Financieras (Coaf), los acusados ​​movieron más de R$ 10 mil millones.

Según la policía, el grupo investigado, "además de involucrar a algunas de las principales figuras del mercado clandestino de cambio de divisas en Brasil", es responsable de las transacciones financieras y el lavado de dinero de diversas personas físicas y jurídicas involucradas en delitos como el tráfico internacional de drogas, corrupción de funcionarios públicos, evasión fiscal, evasión de divisas, extracción y contrabando de piedras preciosas, así como malversación de fondos públicos.

A operação foi intitulada dessa forma porque o grupo usava uma rede de lavanderias e postos de combustíveis para movimentar o dinheiro.